quinta-feira, 16 de junho de 2011

Estreia auspiciosa



Lendo os relatos do Pedro Batalha e do Sergio, pesca aos robalos á noite, douradas ao romper do dia e sargos pela tarde, lá consegui arranjar uma maré ao fim de semana que me proporciona-se as condições de pesca para tal façanha.
Ansiosamente via as previsões metereologicas a sofrer alterações.
O vento era o que me preocupava. Moderado a forte do quadrante norte e que influenciava a ondulação.
Chegado o dia teimosamente lá me fiz á estrada depois do almoço,na companhia do Mestre Antonio, para me fazer companhia e mostrar-lhe outras paragens.
Chegado ao local verificamos que as condições de pesca seriam boas exceptuando o vento moderado, aguas azuis mexidas suficientemente para dar uns peixes.
Aproveitamos o tempo que tinhamos antes de pescar para fazer um reconhecimento pela zona de forma a que numa proxima vez podessemos variar de pesqueiro.

Aproximava-se a hora da pesca e demos o reconhecimento por encerrado lá nos dirigimos ao pesqueiro escolhido.



O Mestre Antonio ia fazer a sua estreia com o Peão.
Montei-lhe a minha Shimano SpeedMaster de 6m com o meu Daiwa Cpricorn 4000 com multifilar Berkley 0.17 . O Peão e´made in Pedro Batalha e a montagem é de sua autoria tambem.
Faço um balde de engodo á moda do Luis Batalha e uma iscada de camarão á Luis Batalha.

Estava tudo pronto para pescar. O pessoal ali perto pescava ao fundo na esperança das douradas, com ceptismo virão-nos chegar com todo o material de boia ás costas e a rebeca pendurada no topo das canas.

Colher de engodo na agua de seguida fiz o primeiro lançamento e expliquei o que sabia sobre a pesca com peão ao Mestre Antonio.

Entre muita conversa e movimentos de cana e carreto o isco desapareceu do anzol e eu nada senti. Fruto do tempo despendido nas explicações de como se precede.
O segundo lançamento já foi feito pelo Mestre Antonio. Era a primeira vez que pescava com material pesado e uma cana de 6 mt.



Lançamento apos lançamento o isco vinha ratado ou desaparecia do anzol.
As Ferragens tornavan-se dificeis devido ao arco que a linha tinha derivado ao vento que se fazia sentir.
O Mestre Antonio ia apanhando jeito e ja começava a sentir o peixe até que começou a ferra-los.



Sairam alguns peixes pequenos e num dos lançamentos ferrou um bom peixe que na altura de iça-lo ele partiu a linha.
Outros tantos toques outro bom peixe e o destino foi que a linha se partiu novamente.
O pessoal que estava ao fundo ja abeirava para observar a nossa pesca e lá conversamos sobre esta forma de pescar e sobre os pesqueiros da zona e que peixes dá e em que condições. Claro que o tema central foi as douradas e a sua captura.

Apartir daqui a pesca mudou. Os toques começaram a ser mais escassos.
O peixe era miudo.


Com o por do sol e as condições a agravarem-se decidimos voltar para casa sem ter comprido o objectivo de fazer a pesca aos robalos e as douradas ao romper do dia.
Tudo estava bom para que se concretiza-se esta aventura excepto o vento forte.

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